por Daniela Zancan
Quando alguém um dia me disse “Bah, tu tem que ler a coluna do cara, é a tua cara”. Primeiro, fiquei confusa! “Sério? Zeca Camargo?” Depois, meio ofendida, pois até onde conhecia o jornalista ele entendia mesmo era de reality show no meio do mato e de viajar comendo coisas esquisitas por aí, mas então quando li pela primeira vez a coluna me surpreendi e até me identifiquei muito com ele.
A coluna é sobre pop e arte, algo que sempre gostei, e ele não fala somente sobre as tendências, mas também relembra nomes há muito esquecidos, algo muito difícil nas mídias eletrônicas e mais comum no jornal impresso.
Outro aspecto, talvez o mais bacana pra mim, é a forma como ele escreve. Com todas as vírgulas, travessões, parênteses e aspas possíveis (talvez foi por isso que me indicaram essa coluna!) dá pra sentir mesmo o que ele quer transmitir de uma forma bem simples. Imagino que este estilo de escrever seja uma conseqüência de escrever para o telejornal, onde é mais comum se usar de interjeições o tempo todo.
Ele também sempre fala sobre os comentários feitos pelos leitores da coluna em cada texto, o que é realmente muito bacana e interessante. Como a tendência agora é a web 2.0, em que sempre nos textos se tem um espaço para comentários, os leitores ganharam voz, mas muitos jornalistas ainda não ganharam ouvidos. Esse para mim é um dos pontos mais positivos das colunas de webjornais, onde qualquer pessoa pode expressar sua opinião sobre o texto. Estes comentários feitos pelos leitores são valiosíssimos e devem sempre ser levados em consideração.
Na sua coluna do dia 4 de maio, Zeca Camargo responde aos comentários realizados sobre a sua coluna anterior, que falava da cantora Stefhany e da entrevista que realizou com os cantores da banda Oasis.
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