A crise global: o tema do Fórum Econômico Mundial
Por Amauri Lírio
O Fórum Econômico Mundial, que aconteceu em janeiro em Davos, na Suíça, é uma conferência anual que geralmente reúne dezenas de chefes de Estado e cerca de dois mil líderes das maiores empresas do mundo.
O foco do Fórum Econômico é a crise mundial, que já afeta a maioria dos paises, sendo que alguns já estão em recessão; outros, a maioria, ainda não.
Mesmo com toda essa crise, a China pretende crescer 7% este ano, em relação ao crescimento do ano anterior, o que é bastante significativo. Já o Brasil, está projetando um PIB de 2% a 3,5%.
Enfim, em termos de crescimento, o mundo todo, segundo o FMI, pode chegar, este ano a 1,5% de expansão. Isto significa, que a previsão é uma desaceleração do crescimento.
Cabe salientar que no Brasil a maior crise foi em 2001, na época do “apagão elétrico” e a do efeito “Lulalá”, em 2002, onde tivemos um PIB perto de zero, inflação acima de 12% e dólar perto de R$ 4,00. Tomara que nunca mais aconteça!
O Fórum ao debater a crise global, deveria estar focado no sistema bancário, que é o principal responsável pelo desencadeamento da famosa crise. Pois são os bancos europeus e americanos, que seguem no comando de enormes recursos financeiros, que não são repassados à economia, o que poderia contribuir para dar uma amenizada na crise em vários segmentos da economia mundial.
Então, face a este cenário, frente a um mercado em que o maior busca engolir o menor, os governos do capitalismo milionário não deveriam continuar de olhos fechados, fingindo que nada está acontecendo. Deveriam, sim tomar uma atitude, ou seja, assumir o seu verdadeiro papel de Estado regulador, supervisor, interventor. Esta é uma medida que dever adotada urgentemente, pois é uma questão de posicionamento, que pode, sim, evitar danos bem maiores na economia mundial.
O Fórum Econômico Mundial, que aconteceu em janeiro em Davos, na Suíça, é uma conferência anual que geralmente reúne dezenas de chefes de Estado e cerca de dois mil líderes das maiores empresas do mundo.
O foco do Fórum Econômico é a crise mundial, que já afeta a maioria dos paises, sendo que alguns já estão em recessão; outros, a maioria, ainda não.
Mesmo com toda essa crise, a China pretende crescer 7% este ano, em relação ao crescimento do ano anterior, o que é bastante significativo. Já o Brasil, está projetando um PIB de 2% a 3,5%.
Enfim, em termos de crescimento, o mundo todo, segundo o FMI, pode chegar, este ano a 1,5% de expansão. Isto significa, que a previsão é uma desaceleração do crescimento.
Cabe salientar que no Brasil a maior crise foi em 2001, na época do “apagão elétrico” e a do efeito “Lulalá”, em 2002, onde tivemos um PIB perto de zero, inflação acima de 12% e dólar perto de R$ 4,00. Tomara que nunca mais aconteça!
O Fórum ao debater a crise global, deveria estar focado no sistema bancário, que é o principal responsável pelo desencadeamento da famosa crise. Pois são os bancos europeus e americanos, que seguem no comando de enormes recursos financeiros, que não são repassados à economia, o que poderia contribuir para dar uma amenizada na crise em vários segmentos da economia mundial.
Então, face a este cenário, frente a um mercado em que o maior busca engolir o menor, os governos do capitalismo milionário não deveriam continuar de olhos fechados, fingindo que nada está acontecendo. Deveriam, sim tomar uma atitude, ou seja, assumir o seu verdadeiro papel de Estado regulador, supervisor, interventor. Esta é uma medida que dever adotada urgentemente, pois é uma questão de posicionamento, que pode, sim, evitar danos bem maiores na economia mundial.
Nenhum comentário:
Postar um comentário