quarta-feira, 20 de maio de 2009

MEDIADOR DA INFORMAÇÃO

Por Micheli Thiesen

O jornalista é considerado o mediador da informação. O papel do jornalista na contemporaneidade não mudou. Porém, ao passo que nos deparamos com um apanhado de novas tecnologias, percebemos que este profissional deve ser um pouco mais detalhista e tentar adequar-se às novas mídias. Assim como o rádio, e depois a TV mudaram o fazer jornalístico, a internet e essas novas tecnologias que vão sendo inseridas no mercado, também merecem um pouco mais de atenção e de estudo sobre a melhor forma de inserção e atuação por parte do jornalista.
Como a internet é uma mídia mais abrangente e que através de redes sociais, sites colaborativos, blogs e outros, está aberta para que qualquer um, sem formação profissional alguma, e que tenha acesso a ela, possa expor suas idéias, e de certa forma ser um mediador, é nessa hora que o jornalista, enquanto profissional que carrega consigo uma grande carga de conhecimento, de técnica e ética, deve mostrar o seu diferencial.
Tendo em vista que nessa era digital a quantidade de informações é cada vez maior, e pela fácil exposição das idéias, o número de pessoas lutando pelo seu espaço aumenta a cada dia, cabe ao jornalista saber selecionar o conteúdo que possa interessar ao seu tipo de público, interpretá-lo, e de forma clara, saiba transmitir tais informações.
Com um número crescente de mediadores, com certeza terá destaque, aquele que souber conduzir melhor as informações. Pode-se comparar a notícia, principal obra-prima do jornalista, a uma loja de roupas, por exemplo, o atendimento, o preço, a qualidade, enfim são algumas características que farão a diferença na hora da escolha. No jornalismo também acontece assim, aquele que for mais cauteloso, que souber usar com inteligência, criatividade e ética todo o seu conhecimento terá preferência na hora de “vender o seu peixe”.

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