Por Cláudio CrescêncioA um mês do julgamento de um dos crimes mais famosos do Brasil, a morte da menina Isabela Nardoni, o juiz ainda não escolheu os representantes que farão parte do corpo de jurados. O fórum recebeu milhares de ligações de pessoas de toda parte do Brasil querendo participar do julgamento. Mas para ocupar uma das cadeiras do conselho de sentença é preciso ser morador da cidade de São Paulo e se inscrever para o corpo de jurados do segundo Tribunal do Júri. Mas ainda não acabou, a lista para 2009 foi fechada em novembro do ano passado. Ao todo, são dez volumes e seis mil nomes, e desses, 25 serão sorteados. Já imaginaram o que significa isso? Você estaria disposto a participar desse julgamento? Aparentemente, muita gente quer participar e fazer parte de mais uma fato polêmico no Brasil. Qual o motivo que levou essas milhares de pessoas a se inscreverem? Foi para tentar levar um pouco de justiça a um país com históricos de impunidade, ou estarão lá apenas para sair nos jornais? O perfil desses são variáveis e muitas mães estão lá, junto aos seis mil nomes. O que decidirão elas?
Em casos como esses, os representantes da acusação costumam escolher mulheres mais velhas, casadas e com filhos. Com isso, a tendência é favorável à Promotoria. A defesa e acusação têm o direito de recusar qualquer nome. Advogado e promotor podem fazer isso três vezes, até que o júri esteja completo, com as sete pessoas. Depois dos depoimentos, da apresentação das provas e dos debates, procedimento que deve levar pelo menos dois dias, chega a fase decisiva do julgamento. O voto do júri é dado em um lugar chamado de sala secreta. Neste local, os jurados dizem “sim” ou “não” para perguntas como: ‘Houve crime?’ ‘O réu é culpado?’
Para tentar escapar da acusação, o casal será representado por um novo advogado. Seu nome é Roberto Podval, que resolveu adotar uma nova estratégia em defesa dos seus clientes. Para o advogado, a polícia não tem provas concretas que apontam o casal como responsável pelo crime. Mas o que mais seria preciso? Uma câmera filmando o assassinato de todos os ângulos? Vale lembrar que Podval também representou o cirurgião plástico Farah Jorge Farah, condenado a 13 anos de prisão pelo assassinato e esquartejamento de uma ex-paciente. Farah recorre em liberdade. Amém Brasil, mas não cabe a nós julgar.
Em casos como esses, os representantes da acusação costumam escolher mulheres mais velhas, casadas e com filhos. Com isso, a tendência é favorável à Promotoria. A defesa e acusação têm o direito de recusar qualquer nome. Advogado e promotor podem fazer isso três vezes, até que o júri esteja completo, com as sete pessoas. Depois dos depoimentos, da apresentação das provas e dos debates, procedimento que deve levar pelo menos dois dias, chega a fase decisiva do julgamento. O voto do júri é dado em um lugar chamado de sala secreta. Neste local, os jurados dizem “sim” ou “não” para perguntas como: ‘Houve crime?’ ‘O réu é culpado?’
Para tentar escapar da acusação, o casal será representado por um novo advogado. Seu nome é Roberto Podval, que resolveu adotar uma nova estratégia em defesa dos seus clientes. Para o advogado, a polícia não tem provas concretas que apontam o casal como responsável pelo crime. Mas o que mais seria preciso? Uma câmera filmando o assassinato de todos os ângulos? Vale lembrar que Podval também representou o cirurgião plástico Farah Jorge Farah, condenado a 13 anos de prisão pelo assassinato e esquartejamento de uma ex-paciente. Farah recorre em liberdade. Amém Brasil, mas não cabe a nós julgar.
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