domingo, 10 de maio de 2009

Os profissionais da informação

por Leilane Liara Durante de Oliveira
O jornalista tem revelado importante papel na sociedade contemporânea. A rapidez com que os fatos acontecem e vão de um extremo a outro em todo o mundo denotam um universo dinâmico, mas que de certa forma pode transformar “gotas” em um “oceano” sem a intervenção de um agente da informação capacitado e competente.
A relação do jornalismo com a sociedade se mostra indispensável também no que diz respeito ao combate das desigualdades sociais bem como na luta pela democracia em qualquer âmbito social. Já que o jornalismo trabalha substancialmente a partir dos preceitos de soberania popular, onde toda a sociedade possa viver de modo que seus direitos e deveres sejam iguais, os meios de comunicação acabam por tomar uma grande parcela de responsabilidade até mesmo na aplicação e cobrança das políticas públicas que devem garantir todas as necessidades sociais.
O grande compromisso com tudo o que se transmite, transforma esses profissionais da informação, além de pessoas que fazem parte da sociedade, em “agentes sociais” com uma responsabilidade muito maior em tudo o que dizem ou fazem, e que devem sempre agir da forma mais isenta possível no que diz respeito ao ambiente social do qual fazem parte, já que um jornalista não o deixa de ser após chegar em casa do trabalho no final do dia.
O jornalista, é portanto, o guardador dos direitos fundamentais de cada ser humano: liberdade e democracia. E deve primar para que estes direitos possam ser exercidos sem opressão e com todo o livre arbítrio que a constituição impõe, trabalhando de forma ética, com a maior isenção possível na divulgação dos fatos, para que a credibilidade, que é seu intuito maior, seja mantida.
O trabalho do jornalismo e do jornalista, como profissional formador de opinião em nossos dias passa por um grande crivo, pois é este [jornalista] que de algum modo institui o caráter social de determinado público, que conseqüentemente gerará as idéias e que se tornarão posteriormente, os atos de uma sociedade para com seu próprio modo de viver.

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