Por Gisele Noll
O jornalista é o mediador. Não apenas o agente transmissor de informações. É a aquele que transmite todo seu conhecimento acerca de determinado fato à sociedade. É o indivíduo que não se contenta com o superficial, o básico. É aquele profissional incansável, que vê a prática jornalística como forma de cumprir um papel social na sociedade.
Com o advento de novas tecnologias de informação, como a internet, por exemplo, o fazer jornalístico pode se tornar ainda mais difícil, pois faz com que o profissional se especialize. Contudo, o jornalista não só pode como deve aproveitar esta oportunidade, que lhe trará uma nova opção de trabalho. Esta nova opção abre campo para o jornalista que alia a função primordial da função com uma nova demanda de mercado, pois o cidadão quer saber mais, quer um conhecimento mais aprofundado e detalhado de um determinado acontecimento e não se contentará com o “basicão da informação”.
Neste novo contexto, o profissional deve adequar-se às inserções das novas tecnologias, inteirar-se dos acontecimentos e estar “antenado” a tudo que ouve, lê ou vê. É com os sentidos aguçados e com uma postura ética que pertence somente a ele, que o profissional entra no mercado e mostra que ainda tem seu espaço garantido, pois agregar valor à notícia que está sendo trabalhada e encarar o seu papel na sociedade como primordial, é essencial para que este profissional mantenha-se atuante e indispensável.
Sendo ele muito mais exigido pelo mercado e cobrado por seu edito por seu bom desempenho em relação a seu grau de conhecimentos, deve conseguir desenvolver várias tarefas ao mesmo tempo. Não basta apenas escrever com os indicadores ao lado de uma xícara de café, o jornalista deve conhecer profundamente sobre o fato em questão e também ter conhecimento sobre suas ferramentas de trabalho.
Vez ou outra ele poderá diagramar sua página, o que não representa nenhum problema, ou até mesmo vender publicidade ao meio que trabalha. Não que isto seja o ideal, nem o aconselhável, mas a realidade irá ensinar que muitas vezes, principalmente no interior, as coisas nem sempre são como queremos que sejam. O fato é que o jornalista deve utilizar sua inteligência e sua curiosidade natural para ir além. Além do superficial e das histórias mal contadas, deve alcançar seu mais simples objetivo: informar.
Com o advento de novas tecnologias de informação, como a internet, por exemplo, o fazer jornalístico pode se tornar ainda mais difícil, pois faz com que o profissional se especialize. Contudo, o jornalista não só pode como deve aproveitar esta oportunidade, que lhe trará uma nova opção de trabalho. Esta nova opção abre campo para o jornalista que alia a função primordial da função com uma nova demanda de mercado, pois o cidadão quer saber mais, quer um conhecimento mais aprofundado e detalhado de um determinado acontecimento e não se contentará com o “basicão da informação”.
Neste novo contexto, o profissional deve adequar-se às inserções das novas tecnologias, inteirar-se dos acontecimentos e estar “antenado” a tudo que ouve, lê ou vê. É com os sentidos aguçados e com uma postura ética que pertence somente a ele, que o profissional entra no mercado e mostra que ainda tem seu espaço garantido, pois agregar valor à notícia que está sendo trabalhada e encarar o seu papel na sociedade como primordial, é essencial para que este profissional mantenha-se atuante e indispensável.
Sendo ele muito mais exigido pelo mercado e cobrado por seu edito por seu bom desempenho em relação a seu grau de conhecimentos, deve conseguir desenvolver várias tarefas ao mesmo tempo. Não basta apenas escrever com os indicadores ao lado de uma xícara de café, o jornalista deve conhecer profundamente sobre o fato em questão e também ter conhecimento sobre suas ferramentas de trabalho.
Vez ou outra ele poderá diagramar sua página, o que não representa nenhum problema, ou até mesmo vender publicidade ao meio que trabalha. Não que isto seja o ideal, nem o aconselhável, mas a realidade irá ensinar que muitas vezes, principalmente no interior, as coisas nem sempre são como queremos que sejam. O fato é que o jornalista deve utilizar sua inteligência e sua curiosidade natural para ir além. Além do superficial e das histórias mal contadas, deve alcançar seu mais simples objetivo: informar.
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